Perda de habitantes atinge 17 dos 21 municípios da região, aponta IBGE 

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gazeta dos vales

Minas Novas lidera redução, enquanto Capelinha o crescimento

A população diminuiu em 17 dos 21 municípios da região analisados a partir das novas estimativas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O cenário de 2026 mostra que apenas as cidades de Aricanduva, Capelinha, Itamarandiba e Turmalina registraram crescimento ou permaneceram estável.

Juntos, os 21 municípios passaram de 286.761 para 285.564 habitantes, uma redução de 1.197 pessoas, equivalente a aproximadamente 0,42%. Os números fazem parte das Estimativas da População do IBGE e têm como referência o dia 1º de julho de 2026. 

Entre as cidades da região, Minas Novas sofreu a maior redução em números absolutos. A população passou de 23.843 para 23.514 habitantes, perda de 329 pessoas. Chapada do Norte veio em seguida, com 248 moradores a menos. Novo Cruzeiro perdeu 174 habitantes, Água Boa e Francisco Badaró tiveram 146 habitantes a menos cada, enquanto Ladainha perdeu 129 e Berilo, 123. 

Em Francisco Badaró, a redução representou 2,07% da população. A retração também alcançou Virgem da Lapa, com 88 habitantes a menos, Santa Maria do Suaçuí, com perda de 76, e Jenipapo de Minas, que teve redução de 50 moradores. Setubinha perdeu 45 habitantes. 

Nas demais cidades, as quedas foram menores em números absolutos: Carbonita perdeu 29 moradores; José Gonçalves de Minas, 28; São Sebastião do Maranhão, 24; Leme do Prado, 21; Veredinha, 17; e Angelândia, 10.

Aricanduva foi a única cidade que não apresentou crescimento nem redução, permanecendo com população estimada em 4.820 habitantes. Enquanto isso, a população de Capelinha passou de 41.858 para 42.162 habitantes, acréscimo de 304 pessoas, equivalente a 0,73%.

Além dela, Turmalina passou de 20.769 para 20.882 habitantes, ganhando 113 moradores, enquanto Itamarandiba avançou de 34.210 para 34.279, aumento de 69 pessoas.

As estimativas populacionais são divulgadas anualmente pelo IBGE e servem de referência para indicadores econômicos, sociais e demográficos. Os dados também constituem um dos parâmetros considerados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo dos coeficientes utilizados na distribuição do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios.

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