Servidor afirma que médico regulador avalia e define se a equipe deve se deslocar
A repercussão negativa sobre a atuação do Samu, em Capelinha (MG), nas redes sociais levou um profissional do serviço a manifestar sobre funcionamento para atendimento de ocorrências. As críticas começaram a circular nas redes sociais nesta quarta-feira, 7 de outubro, após moradores relatarem situações sobre o atendimento ser solicitado mas não sendo realizado.
A manifestação ocorreu depois que diferentes moradores utilizaram as redes sociais para relatar experiências negativas ao tentar acionar o serviço. Os relatos foram publicados no perfil da South Espaço e rapidamente passaram a dividir opiniões entre os usuários, com questionamentos sobre os critérios utilizados para definir quais ocorrências recebem atendimento.
Entre os relatos publicados, uma mulher afirmou ter acionado o Samu durante a madrugada após a mãe apresentar uma crise intensa de tremores e vômitos. Outro morador relatou ter ligado para o serviço quando o avô passou mal e veio a óbito sem receber o devido atendimento. Já uma terceira internauta contou que procurou a equipe durante uma crise de asma e permaneceu dois dias em uma UTI.
Foi em meio a essa repercussão que o profissional, Chico Moreira, apresentou uma explicação sobre o funcionamento do serviço. Segundo ele, a regulação ocorre em Teófilo Otoni, onde um médico analisa a situação e decide se a equipe deve se deslocar.
“Sendo aceita , a equipe vai e avalia o paciente e se necessário estabilizar para fazer o transporte com prescrição do médico regulador ou libera no local se o médico achar que não é caso de emergência e que precisa ser transportado pelo SAMU ”, afirmou.
Em outro trecho, o profissional ressaltou que a atuação da equipe não se limita ao transporte de pacientes. “Nós não vamos até a vítima somente para transportá-la, pois isso qualquer serviço pode fazer. A equipe vai para atender a vítima e realizar as intervenções necessárias”, concluiu o servidor.
INFORMAÇÕES: South Espaço



